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Inglês como ferramenta de inclusão, pesquisa e informação

Equipe Pedagógica Rockfeller | 02/06/2021 | 4 min de leitura | Voltar

Você se sente como um peixe fora d’água? O inglês pode ser a solução! Saiba como usar o inglês como ferramenta de inclusão, pesquisa e informação. 

Você acha que ter fluência em inglês só irá te ajudar a viajar, fazer intercâmbio ou conseguir uma promoção no trabalho? Então, este post vai “blow your mind”! No bom Português, queremos dizer que essa leitura pode mudar a sua vida!

Se liga nesses fatos:

  • Mais de 350 milhões de pessoas falam inglês como língua materna;
  • Quase meio bilhão têm o inglês como segunda língua;
  • O inglês é a língua franca da ciência e pesquisa – a maioria das pesquisas acadêmicas são publicadas em inglês;
  • O inglês também é considerado um idioma global para os negócios e para a comunicação.

Talvez você não consiga entender a importância dos dados acima, por isso decidimos trazer estas informações para a sua realidade. E claro, pode nos agradecer depois.

Então, vamos lá! Como usar o inglês como ferramenta de inclusão, pesquisa e informação?

1. Globalize-se!

Na era da informação rápida e facilmente disseminada, saber antes pode ser uma grande vantagem. Os mercados lançadores de tendências possuem uma forte ligação com a língua inglesa. Seja através de suas marcas ou seus porta-vozes, sempre é possível acompanhar o que já está acontecendo no mundo antes que chegue mesmo ao Brasil. 

Um exemplo disso são os investidores acordarem tão cedo, na média às 5h da manhã, para saberem as notícias do mercado financeiro publicadas em inglês. Outro exemplo são jornalistas espalhados pelo globo acompanhando tudo o que é noticiado em primeira mão por jornais internacionais, para depois compartilharem as mesmas notícias com seus compatriotas. E adivinha em qual idioma eles acessam tais informações? Acertou, em Inglês!

2. Os meios justificam – e ampliam – os fins

O Inglês é também uma ferramenta de trabalho muito útil para várias áreas profissionais. Acima de tudo, é um meio muito mais abrangente de pesquisa e ensino, visto a gigantesca variedade de cursos ministrados em inglês, livros preciosos ainda sem tradução para a nossa língua, softwares estrangeiros com programação única em inglês, e principalmente, resultados de pesquisas globais com maior abrangência.

Por exemplo, você trabalha com design gráfico e precisa de uma imagem específica para um determinado job. Você já investe em um excelente banco de imagens, mas parece não conseguir acertar nas buscas, o que prolonga muito seu trabalho, chegando a atrasar outros jobs da sua fila. Experimente, então, usar palavras-chave em inglês no Search de seu banco de imagens, ou qualquer outro banco de dados (inclusive o google) e você vai perceber a sintonia entre o que você precisa e o que chega até você.

Nesse sentido, o impacto para quem está na área de TI ou trabalha como gerenciador de tráfego pago pode ser ainda maior, já que o inglês é, de forma bem literal, o idioma destas duas vertentes de negócio. Isto significa, que desde a resposta e suporte mais rápido, experiente e eficaz para os problemas comuns, até a comunicação direta com os criadores e fornecedores de produtos e serviços, o inglês faz com que as distâncias e diferenças culturais sejam imensamente minimizadas.

3. Beba da fonte

Francis Bacon já dizia que “conhecimento é poder”, e ele não poderia estar mais certo.

Não estamos falando de poder político, bélico ou qualquer outra forma de dominação ou superioridade. E sim, poder intelectual o qual só se torna útil quando aplicado, seja de forma social ou individual. Nesta forma de conhecimento, quanto mais sabedoria a pessoa adquire, mais ela se desprende de seu ego e entende que sua busca é constante. 

Portanto, nada melhor do que fluir na mesma essência dos fatos, com a total liberdade de construir a sua visão de mundo a partir da sua interpretação. Isso lhe parece muito poético e nada prático?

Então, imagine estudar Isaac Newton na língua materna dele, ou seja, em inglês. Qualquer matemático, físico e químico pode se sentir mais próximo e conectado a um dos autores mais proeminentes da história, simplesmente pelo fato de não precisar de suas obras traduzidas. Não são somente as informações que podem se perder na tradução, mas sobretudo, a visão do autor a qual está intimamente ligada à sua linguagem, a sua forma de falar, escrever, se expressar.

Rainha do Nilo

Inglês como ferramenta de inclusão

Seguindo a mesma linha, queremos dividir com vocês um dos maiores exemplos de empreendedorismo e empoderamento feminino, veja só, é a história de Cleópatra. Uma parte marcante de sua biografia conta que a rainha do Nilo aproveitava os dias de viagens diplomáticas para aprender a falar o idioma dos mercadores com os quais ela iria se encontrar. Segundo ela, a melhor forma de ser respeitada era negociar com seus parceiros na língua deles, assim eles não a poderiam subestimar por ser mulher ou estrangeira. 

Enfim, mais uma prova do Inglês como ferramenta de inclusão, pesquisa e informação ideal para você se tornar sua melhor versão, seja ela profissional, acadêmica ou pessoal. Seja contando sua história para o mundo ou negociando dentro dele, a gente tem tudo para te auxiliar nessa caminhada em busca de seu futuro bilíngue. Venha com a gente!


Escrito por:

Equipe Pedagógica Rockfeller

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