De professores a donos de franquias: como eles transformaram o ensino em negócio próprio
Rockfeller Brasil
| 18/05/2026 | 3 min de leitura
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Ensinar sempre foi uma das profissões mais transformadoras do Brasil. Mas e quando o professor decide ir além da sala de aula e virar dono do próprio negócio? É exatamente isso que está acontecendo com cada vez mais educadores pelo país.
Com mais de 30% da população adulta brasileira envolvida em algum tipo de empreendimento próprio, segundo o Global Entrepreneurship Monitor, e o setor educacional de franquias movimentando quase R$ 16 bilhões por ano (ABF), a virada do professor para o empresário nunca foi tão real. Nem tão acessível.
Na Rockfeller Language Center, essa realidade tem rosto e nome. Conheça seis histórias de professores que transformaram sua paixão pelo ensino em um negócio de verdade.
1. Carla de Brito: 25 anos de sala de aula e uma sócia que não esperava ser
Carla de Brito, 44 anos, passou mais de duas décadas ensinando inglês em Mateus Leme (MG). Empreender nunca estava nos planos. Até que um convite inesperado mudou tudo: a chance de se tornar sócia de uma unidade Rockfeller.
“Foi nesse momento que a empreendedora apareceu”, conta ela.
A transição exigiu desenvolver habilidades que a sala de aula não ensina: gestão financeira, marketing, vendas. O conselho de Carla para quem pensa em seguir o mesmo caminho? Invista em conhecimento antes de dar o passo.
2. Clarissa Risso Bittar: quase 40 anos de ensino e a clareza de quem sabe o que quer
Com uma trajetória que começa em um intercâmbio e passa por décadas dentro de escolas, Clarissa Risso Bittar, 53 anos, hoje comanda as unidades Rockfeller de Francisco Beltrão e Marmeleiro, no Paraná.
Ela foi direta ao ponto: “Dar aula é um processo. Ser gestora é algo completamente diferente.”
O maior desafio foi aprender a se posicionar no mercado e desenvolver competências fora do universo pedagógico. Para Clarissa, planejamento e estudo contínuo não são diferenciais, e sim requisitos.
3. Denize Zanetti: quando a vontade de crescer virou negócio
Quinze anos como professora e coordenadora pedagógica foram suficientes para Denize Fátima Zanetti, 44 anos, perceber que queria mais. Hoje, ela é franqueada da Rockfeller em São Miguel do Oeste (SC).
“Empreender é desafiador, mas também libertador”, define ela.
Cada obstáculo da formação de equipe à gestão operacional se transformou em aprendizado. Para Denize, empreender é, acima de tudo, um processo de crescimento pessoal e profissional que nunca para.
4. Giovana Leal: do intercâmbio à gestão de duas unidades
A história de Giovana Leal, 40 anos, começa onde muitas histórias de amor com o inglês começam: em um intercâmbio. Formada em Administração, ela deu aulas particulares, entrou em uma escola de idiomas e descobriu a vocação para ensinar. Mas não quis parar por aí: “eu queria impactar mais pessoas e construir algo meu”, relembra.
Hoje, ela lidera as unidades Rockfeller de Bagé e Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Sua maior lição: equilibrar o chapéu de professora com o de gestora é uma arte que se aprende na prática.
5. Lídia Cristina: propósito como diferencial competitivo
Lídia Cristina Cardoso de Sousa Oliveira, 40 anos, viveu nos Estados Unidos e entendeu na pele o poder do inglês para transformar vidas. Voltou ao Brasil, virou professora de inglês em 2009 e chegou à Rockfeller em 2017. Em 2021, deu o passo definitivo: tornou-se franqueada da unidade de Goiânia (GO).
“Quando há identificação com o que se faz, o trabalho ganha mais sentido.”
Para Lídia, o diferencial de um empreendedor não está só na gestão; está no propósito. E o dela sempre foi claro: transformar vidas pelo idioma.
6. Ramon de Alencar Santos: da engenharia à educação, e da educação ao empreendedorismo
A história de Ramon, 39 anos, mostra que mudanças de rota podem abrir caminhos que você nem sabia que existiam. Formado em engenharia, uma crise no setor industrial o fez repensar o futuro. Em 2013, voltou a estudar inglês. Em 2014, virou professor. Alguns anos depois, se tornou franqueado da Rockfeller em Juazeiro do Norte (CE).
O maior desafio? A gestão. Especialmente desenvolver liderança e habilidades comerciais — competências que a sala de aula ensina de forma indireta, mas que no mundo dos negócios exigem dedicação intencional.
O que todas essas histórias têm em comum?
Olhando para esses seis perfis, um padrão fica claro: nenhum deles empreendeu por acaso. Todos identificaram uma oportunidade, tiveram a coragem de mudar e investiram em conhecimento fora da sua zona de conforto.
E todos encontraram na Rockfeller Language Center uma rede com suporte, metodologia comprovada e um modelo de negócio construído para quem leva o ensino a sério.
Fundada em 2004, em Santa Catarina, a Rockfeller tem hoje 100 unidades em todo o Brasil, com planos de dobrar esse número nos próximos dois anos. A rede oferece aulas presenciais e 100% online com professores ao vivo, atendendo crianças, adolescentes e adultos com foco em conversação real.
Se você é professor e pensa em empreender, ou se simplesmente quer saber mais sobre o que a Rockfeller pode fazer pela sua carreira, a conversa começa aqui.
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